Arte em vidro — cortado com FLOW e criado individualmente
(Virgins Islands, EUA) Arte e técnica não têm de ser contraditórias. Jan Mitchell explora, juntamente com o seu marido, Steffen Larson, os Jan Mitchell Studios em St. Croix, Virgin Islands, EUA. Desde há alguns anos, para além da escultura, ela ocupa-se também com a arte em vidro. Ela corta as amostras e motivos decorativos em filigrana com uma instalação de corte por jacto de água da FLOW.
"No início, cortava os ornamentos à mão, o que implicava um dispêndio muito grande de tempo. Com a instalação de corte por jacto de água da FLOW, consigo cortar os diversos contornos e amostras de modo substancialmente mais rápido", diz J. Mitchell.
A nova tecnologia foi introduzida no estúdio em 1996. Primeiramente, estava planeada a aquisição de um laser. Mas, quando J. Mitchell ficou a conhecer a tecnologia por jacto de água numa feira e se apercebeu, com a demonstração, das possibilidades de utilização universal desta ferramenta, mudou de ideias. "Descobri que o raio laser não consegue fazer tudo", diz S. Larson. "Jan trabalha muito com vidro e o vidro não se consegue processar com o laser".
A instalação FLOW IFB constitui, actualmente, o cerne da empresa de artesanato manual. O negócio floresce e a instalação funciona sem parar. Entretanto, o estúdio também aceita trabalhos de corte em regime de empreitada. São cortados todos os materiais, desde o aço fino ao bronze, passando pelos caracteres em latão para as lápides tumulares. "Há imensos trabalhos que só consigo realizar com a instalação de jacto de água", diz J. Mitchell. "Estamos muito satisfeitos com esta tecnologia e com o que ela pode fazer por nós".
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Os trabalhos de J. Mitchell podem ser admirados em muitos museus, entre outros, no International Glass Invitational em St. Louis.
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